Em meio ao cenário elegante do Morumbi, dentro do sofisticado Shopping Cidade Jardim, existe um endereço que há algum tempo deixou de ser apenas um restaurante japonês para tornar-se experiência social, gastronômica e sensorial. O Makoto, comandado pelo chef japonês Makoto Okuwa, consolida-se como um dos nomes mais desejados da alta gastronomia paulistana.
A casa nasceu como fenômeno internacional. Antes de chegar ao Brasil, o restaurante já era parada obrigatória para brasileiros em Miami, no luxuoso Bal Harbour Shops, e trouxe a mesma fórmula de sucesso para São Paulo: ingredientes extremamente frescos, técnica precisa e ambiente badalado.
O resultado é um japonês contemporâneo que foge do comum. Aqui não se trata apenas de sushi. O cardápio equilibra tradição oriental e criatividade autoral, misturando referências japonesas com toques globais. Entre os ícones estão o crispy rice com salmão ou atum, o famoso tuna pizza e o elaborado fried rice com ingredientes nobres, pratos executados com rigor técnico e apresentação impecável.
Há ainda robatas servidas em pequenas grelhas de carvão, sashimis especiais e cortes raros, além de combinações sofisticadas que utilizam cítricos japoneses, yuzu, ponzu e ingredientes premium como wagyu.
O ambiente acompanha a proposta culinária. O salão, sempre movimentado, reúne público cosmopolita, executivos, influenciadores e amantes da boa mesa. O serviço é atencioso e rápido, enquanto a atmosfera elegante transforma almoço ou jantar em ocasião especial.
Mais do que uma refeição, o Makoto entrega uma experiência. A casa traduz a tendência mundial da gastronomia atual: cozinhas que não apenas alimentam, mas comunicam estilo de vida. A combinação de técnicas sofisticadas, coquetelaria, saquês selecionados e clima vibrante faz do restaurante um verdadeiro ponto de encontro da cidade.
São Paulo possui inúmeros restaurantes japoneses, mas poucos conseguem unir precisão culinária, ambientação e desejo social como o Makoto. Por isso, frequentá-lo não é apenas sair para comer. É participar de um ritual contemporâneo da vida paulistana.
Por: Redação da Gazeta






































