Entre janeiro e maio de 2025, os processos judiciais movidos contra planos de saúde aumentaram 6,8% em todo o país. Os principais motivos envolvem negativas de cobertura, reajustes considerados abusivos e entraves para o acesso a tratamentos — desde medicamentos fora do rol da ANS até terapias para autistas e portadores de doenças raras.
Especialistas apontam que a dificuldade de diálogo entre pacientes e operadoras, somada a lacunas regulatórias, tem levado cada vez mais brasileiros ao Judiciário como última alternativa para garantir o atendimento. O fenômeno da judicialização da saúde, embora assegure direitos individuais, pressiona o sistema e expõe fragilidades estruturais no setor privado.
Para pacientes e famílias, cada ação representa mais do que uma disputa legal: é a luta pelo acesso à saúde, em um cenário em que a confiança entre usuários e planos se mostra cada vez mais abalada.
Por: Redação da Gazeta






































