Existem viagens que começam no destino e outras que parecem começar no instante em que deixamos para trás o ritmo de todos os dias. Na Ilha de Comandatuba, no sul da Bahia, essa mudança acontece quase naturalmente. O mar, os coqueiros e a dimensão da paisagem conduzem a uma experiência em que o tempo parece encontrar outro compasso.
É nesse cenário que está o Transamerica Comandatuba, resort inaugurado em 1989 e instalado em uma extensa área verde no município de Una. Cercada por 21 quilômetros de praia, a propriedade nasceu de um projeto que buscou integrar a hotelaria à natureza existente na ilha. A própria arquitetura preserva referências das antigas fazendas de cacau da região, mantendo construções horizontais em harmonia com a paisagem.
Mais de três décadas depois, Comandatuba continua fazendo dessa relação com a Bahia uma parte importante de sua identidade. Atualmente, o resort opera no sistema all inclusive e reúne diferentes experiências gastronômicas, com restaurantes e bares que transitam pelos sabores da cozinha baiana, frutos do mar, referências mediterrâneas e outras propostas pensadas para acompanhar os diferentes momentos da estadia.
Para as famílias, os dias podem ganhar muitos caminhos. A estrutura reúne uma ampla programação de lazer, esportes e atividades para diferentes idades. Há espaço para quem prefere preencher as horas com movimento e descobertas, assim como para quem chega à ilha procurando exatamente o contrário: praia, descanso e a liberdade de não transformar cada momento da viagem em compromisso.
A chegada também ajuda a revelar uma característica particular de Comandatuba. O destino conta com aeroporto localizado no continente, facilitando o acesso à ilha e tornando a experiência ainda mais singular desde os primeiros momentos. Para quem desembarca em Ilhéus, também é possível seguir até a região por transfer.
Mas talvez seja justamente quando os números deixam de importar que Comandatuba melhor se explica. Em uma hotelaria cada vez mais marcada pela busca por experiências, permanecer relevante por tantos anos exige mais do que uma grande estrutura. Exige preservar uma identidade.
Na ilha, essa identidade continua profundamente ligada ao lugar onde tudo começou. À Bahia que aparece nos sabores, na paisagem, na hospitalidade e naquela sensação rara de descobrir que, por alguns dias, não existe necessidade alguma de apressar o tempo.
Por: Redação do Jornal Gazeta Nacional






































