WASHINGTON — O chefe de gabinete adjunto da Casa Branca, Stephen Miller, reconheceu nesta terça-feira que agentes federais envolvidos em operações em Minneapolis podem não ter seguido o protocolo oficial antes do tiroteio fatal de um homem durante protestos na cidade americana. A declaração marca um raro recuo do governo após críticas nacionais e internacionais ao uso de força em meio à intensificação das ações de imigração no estado de Minnesota.
O caso ganhou repercussão após Alex Pretti, um enfermeiro de 37 anos, ser morto no fim de semana durante confrontos entre manifestantes e agentes da Patrulha de Fronteira e do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE). Inicialmente descrito por autoridades federais como uma ameaça iminente, imagens e relatos posteriores levantaram dúvidas sobre a narrativa oficial e sobre a conduta dos agentes no local.
Em comunicado à imprensa, Miller afirmou que a Casa Branca está avaliando por que a equipe da Customs and Border Protection (CBP) “pode não ter seguido” as diretrizes estabelecidas, incluindo orientações para que o reforço de pessoal criasse barreiras físicas entre times de prisão e manifestantes disruptivos.
O episódio intensificou o debate político em Washington, com autoridades locais e estaduais exigindo explicações mais profundas sobre as ações federais e a revisão das estratégias de aplicação da lei em operações que têm provocado protestos e tensões civis.
Por: Redação da Gazeta





































