América do Sul, 11 de agosto de 2025 – A América do Sul emerge como protagonista no cenário global do petróleo, impulsionada por descobertas históricas e investimentos robustos em projetos onshore e offshore. Na bacia amazônica e áreas costeiras entre Guiana e Suriname, estão concentrados cerca de 5,3 bilhões de barris equivalentes — quase um quinto do total global desvelado entre 2022 e 2024. Essa crescente riqueza atrai grandes grupos internacionais, especialmente o setor brasileiro, que expande sua atuação rumo à equatorial e pré-sal .
Recentemente, a empresa BP realizou sua maior descoberta em 25 anos na Bacia de Santos, reforçando o potencial da região como polo estratégico de petróleo. Esse achado revitaliza a atenção sobre blocos subexplorados e abre caminho para novos leilões e parcerias .
Além disso, Argentina tem acelerado a produção com o campo Vaca Muerta, um dos maiores depósitos de petróleo e gás de xisto do mundo, enquanto Guyana se firma como gigante per capita, com reservas estimadas em 11 bilhões de barris e crescimento econômico impulsionado pelos lucros do petróleo.
Essa combinação de descobertas promissoras e marcos de investimento coloca a América do Sul no centro da geopolítica energética contemporânea, rivalizando com antigas potências petrolíferas — ainda que suscite debates sobre sustentabilidade, governança e destino dos recursos.
Por: Redação da Gazeta





































