Uma coalizão de médicos e entidades da saúde entrou com uma ação judicial contra o governo dos Estados Unidos após a retirada das vacinas contra a Covid-19 do calendário oficial de imunização recomendado para gestantes e crianças.
A medida, tomada sem consulta aos comitês científicos tradicionais, gerou forte reação da comunidade médica, que alega risco à saúde pública, insegurança jurídica e enfraquecimento da confiança na vacinação. Segundo os profissionais, a exclusão da vacina compromete a prevenção em grupos vulneráveis e pode estimular o avanço de novas variantes do vírus.
A decisão também teve impacto imediato na cobertura de planos de saúde, que passaram a não ser mais obrigados a oferecer a vacina gratuitamente, dificultando o acesso por parte da população.
O processo judicial alega que houve violação de procedimentos legais e ausência de respaldo técnico, exigindo a reversão da medida e a reintegração da vacina ao programa nacional de imunização.
Por: Redação da Gazeta






































