
Há quem transforme viagens em descanso. Aman Aeon transforma em estilo de vida. Não um estilo qualquer — mas um conceito, uma filosofia, uma tradução poética do que significa habitar o mundo com alma livre, olhar sensível e um apetite insaciável por histórias, culturas e encontros.
Fundador do projeto I AM NOT AMAN, o empresário brasileiro consolidou uma nova forma de existir: morando em hotéis, ressignificando o conceito de “lar”, vivendo entre Tóquio e Fernando de Noronha com a mesma naturalidade de quem visita um amigo no bairro vizinho. Atualmente, chama o Soho House São Paulo de casa, não como hóspede, mas como parte viva daquele cenário. Sua presença prolongada dissolve as fronteiras do turismo e inaugura um novo verbo: pertencer.
É dessa vida nômade, generosa em experiências e minuciosa nos afetos, que surge I AM NOT AMAN – não apenas uma marca, mas um manifesto visual, curatorial e emocional. Com base filantrópica no Instituto AMAN, o projeto carrega o propósito de inspirar e conectar, transformando roupas, filmes, livros e encontros em instrumentos de memória e pertencimento.

Sua estreia se dá com uma proposta que reflete sofisticação e propósito: colaborações com marcas autorais brasileiras em uma curadoria cuidadosa, onde cada peça tem alma e cada coleção carrega um enredo. Tudo isso envolto em uma comunicação que vai além da estética — mergulha na arte colaborativa e na ancestralidade como ponto de partida para o novo.
Logo em sua primeira aparição pública, I AM NOT AMAN lança luz sobre o cinema indígena em uma parceria emblemática com Takumã Kuikuro, da Xingu Filmes, reconhecido internacionalmente por obras como As Hiper Mulheres, Karioka e Londres como uma Aldeia. Ao lado de Aman, o cineasta assina a curadoria de uma mostra imersiva que propõe um diálogo sensível entre culturas, reforçando a centralidade dos povos originários na construção de um futuro mais interessante, justo e coletivo.

Esse olhar diverso também se reflete na presença de Zahy Tentehar, premiada atriz, diretora e artista visual da etnia Tentehar-Guajajara. Zahy incorpora à narrativa do projeto uma expressão viva de ancestralidade, resistência e beleza. Sua voz potente ecoa o que a marca deseja: verdade.
Por trás da leveza estética da I AM NOT AMAN, pulsa um time de mentes criativas que traduzem o propósito em linguagem, forma e identidade.
Xavier, especialista em criação de marcas icônicas como Carol Bassi, D-Gaia e Andrea Bogosian, é um dos pilares estruturantes da iniciativa. Com passagens pela Farfetch e pelo comando do Festival Casamoda, ele carrega o olhar apurado de quem sabe transformar moda em negócio com sensibilidade.
Walber, jornalista e designer de moda formado pela Universidade Federal do Ceará, traz a potência do Nordeste ao projeto. Fundador da premiada Gonzalo, sua trajetória já foi celebrada por nomes como Constança Pascolato e plataformas como a Vogue Brasil e o Shop2gether.
Jr, com formação em comunicação visual pela PUC-Rio, pós-graduação em branding pela Central Saint Martins (UK) e sócio-fundador da agência Dois Design, entrega à marca uma identidade visual forte, moderna e atemporal. Com trabalhos para Richards, Antonio Bernardo e o movimento Fashion For Better, Jr soma branding e consciência à narrativa.
Juliana Pinheiro Mota, jornalista, escritora e fundadora do Radar55, atua como tradutora de tendências e conectora de vozes autênticas. Colaboradora da Vogue e da Unquiet, é especialista em criar “talkability” e atmosferas de desejo em torno de projetos com essência e personalidade.
I AM NOT AMAN não se veste para agradar. Veste-se para lembrar. Lembrar de quem somos, de onde viemos, do que nos conecta uns aos outros. É um convite a mergulhar em narrativas que se costuram com delicadeza, mas com potência.
Em tempos de excesso e superficialidade, a marca propõe o contrário: profundidade, escuta, contemplação. Do feito à mão ao audiovisual, do design ao diálogo com culturas ancestrais, tudo em I AM NOT AMAN carrega propósito.
Aman Aeon não está apenas lançando uma marca. Ele está lançando uma nova forma de habitar o mundo — com beleza, pertencimento e coragem.
Vestir-se pode ser um ato de rebeldia, de cura ou de memória.
I AM NOT AMAN é todos esses atos — e mais: é uma escolha por viver com intenção.
Por: Suzi Freitas, Editora-Chefe





































