O governo federal anunciou nesta sexta-feira um novo programa de financiamento imobiliário, voltado à ampliação do acesso à moradia e à dinamização do mercado da construção civil.
A iniciativa prevê linhas de crédito com juros reduzidos, ampliação do limite de renda para beneficiários e incentivos fiscais para empreendimentos habitacionais de médio porte.
O plano, que será implementado gradualmente até 2026, foi apresentado como parte de uma estratégia de desenvolvimento social e econômico, mas também reacende discussões sobre o caráter político da medida — já que coincide com o início do ciclo pré-eleitoral.
Fontes do Ministério das Cidades afirmam que o objetivo é “garantir que o direito à moradia seja prioridade de Estado, não de governo”, reforçando a retomada de obras paralisadas e a inclusão de famílias que até então estavam fora do sistema de crédito.
Economistas, porém, alertam para o impacto fiscal da proposta em meio a um orçamento já pressionado. Ainda assim, o novo plano habitacional surge como uma das principais apostas do governo para estimular o consumo, gerar empregos e movimentar a economia em um cenário de desaceleração global.
Por: Redação da Gazeta





































