As exportações de carne brasileira registraram um salto expressivo nas últimas semanas, impulsionadas pela crescente demanda da China e de mercados asiáticos, que passaram a absorver parte da produção antes destinada aos Estados Unidos.
O movimento é resultado direto da nova rodada de tarifas impostas por Washington a produtos agrícolas brasileiros, intensificando a tensão comercial entre os dois países.
Segundo dados do setor, o volume embarcado subiu mais de 20% no último mês, refletindo a rápida capacidade de adaptação das exportadoras nacionais diante da mudança no cenário internacional.
A China, maior compradora da proteína brasileira, ampliou seus contratos, garantindo estabilidade aos frigoríficos e fortalecendo a balança comercial do país.
Para analistas, o episódio evidencia a resiliência do agronegócio brasileiro, que segue se destacando mesmo em meio a disputas geopolíticas.
Entretanto, o aumento da dependência de um único mercado — no caso, o asiático — levanta alertas sobre a necessidade de diversificação estratégica para manter o crescimento sustentável a longo prazo.
Por: Redação da Gazeta





































