O director da Agência Central de Inteligência dos EUA (CIA), William Burns, encontrou-se com duas das mais altas figuras políticas e de segurança da Líbia, o primeiro-ministro do governo de unidade de Tripoli, Abdulhamid Dbeibé, e o marechal Khalifa Haftar, um rival das autoridades da capital, na sua primeira visita oficial ao país africano.
As reuniões vêm no meio de uma enorme crise interna na Líbia, que está mais uma vez a provocar duas administrações paralelas, uma em Trípoli e outra no leste do país, com Fazi Bashaga como “primeiro-ministro”. O roteiro para as eleições, inicialmente previsto para o final de 201, está completamente paralisado e a segurança da população é constantemente ameaçada por confrontos esporádicos entre grupos armados, particularmente em áreas próximas de campos petrolíferos.
Durante o encontro com Dbeibé, Burns salientou a “necessidade de desenvolver relações de cooperação económica e de segurança entre os dois países” e destacou “o crescimento experimentado pela Líbia” desde a guerra civil que eclodiu após a morte do líder Muammar Kadhafi durante a revolução de 2011.
A reunião contou com a presença do ministro dos Negócios Estrangeiros, Najla Mangush, o chefe dos serviços secretos líbios, Husein al-Aeb.





































