(ANSA) – O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou nesta terça-feira (29) que não há possibilidade de paz sem “justiça” para o povo da Ucrânia.
A declaração foi dada em sua chegada para uma reunião ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Bucareste, na Romênia, que deve se concentrar sobretudo na invasão russa.
“Não há paz sem justiça para o povo ucraniano. Precisamos trabalhar pela paz, mas será difícil poder sentar-se para negociar enquanto a Ucrânia for invadida. A derrota da Ucrânia significaria rendição, e não paz”, disse Tajani.
O ministro ressaltou que a Itália vai ajudar a Ucrânia a restabelecer o pleno funcionamento de sua rede elétrica, danificada severamente por mísseis russos às vésperas do inverno.
Já o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, garantiu que a Otan está “mais forte e unida” do que nunca. “O princípio fundamental que levamos para a agressão russa à Ucrânia e a outros desafios, como os que a China nos coloca, é que estamos juntos e unidos, essa é a maior força da Otan”, afirmou. (ANSA)
(ANSA) – O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou nesta terça-feira (29) que não há possibilidade de paz sem “justiça” para o povo da Ucrânia.
A declaração foi dada em sua chegada para uma reunião ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Bucareste, na Romênia, que deve se concentrar sobretudo na invasão russa.
“Não há paz sem justiça para o povo ucraniano. Precisamos trabalhar pela paz, mas será difícil poder sentar-se para negociar enquanto a Ucrânia for invadida. A derrota da Ucrânia significaria rendição, e não paz”, disse Tajani.
O ministro ressaltou que a Itália vai ajudar a Ucrânia a restabelecer o pleno funcionamento de sua rede elétrica, danificada severamente por mísseis russos às vésperas do inverno.
Já o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, garantiu que a Otan está “mais forte e unida” do que nunca. “O princípio fundamental que levamos para a agressão russa à Ucrânia e a outros desafios, como os que a China nos coloca, é que estamos juntos e unidos, essa é a maior força da Otan”, afirmou. (ANSA)
(ANSA) – O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou nesta terça-feira (29) que não há possibilidade de paz sem “justiça” para o povo da Ucrânia.
A declaração foi dada em sua chegada para uma reunião ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Bucareste, na Romênia, que deve se concentrar sobretudo na invasão russa.
“Não há paz sem justiça para o povo ucraniano. Precisamos trabalhar pela paz, mas será difícil poder sentar-se para negociar enquanto a Ucrânia for invadida. A derrota da Ucrânia significaria rendição, e não paz”, disse Tajani.
O ministro ressaltou que a Itália vai ajudar a Ucrânia a restabelecer o pleno funcionamento de sua rede elétrica, danificada severamente por mísseis russos às vésperas do inverno.
Já o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, garantiu que a Otan está “mais forte e unida” do que nunca. “O princípio fundamental que levamos para a agressão russa à Ucrânia e a outros desafios, como os que a China nos coloca, é que estamos juntos e unidos, essa é a maior força da Otan”, afirmou. (ANSA)
(ANSA) – O ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, afirmou nesta terça-feira (29) que não há possibilidade de paz sem “justiça” para o povo da Ucrânia.
A declaração foi dada em sua chegada para uma reunião ministerial da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Bucareste, na Romênia, que deve se concentrar sobretudo na invasão russa.
“Não há paz sem justiça para o povo ucraniano. Precisamos trabalhar pela paz, mas será difícil poder sentar-se para negociar enquanto a Ucrânia for invadida. A derrota da Ucrânia significaria rendição, e não paz”, disse Tajani.
O ministro ressaltou que a Itália vai ajudar a Ucrânia a restabelecer o pleno funcionamento de sua rede elétrica, danificada severamente por mísseis russos às vésperas do inverno.
Já o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, garantiu que a Otan está “mais forte e unida” do que nunca. “O princípio fundamental que levamos para a agressão russa à Ucrânia e a outros desafios, como os que a China nos coloca, é que estamos juntos e unidos, essa é a maior força da Otan”, afirmou. (ANSA)





































