como era na época das cavernas. Antes mesmo da palavra verbal, somos percebidas pela imagem. Gestos, postura e, principalmente, expressões faciais comunicam nos primeiros segundos de encontro. Isso deixa nosso rosto como foco da comunicação – nosso primeiro cartão de visita, de apresentação.
Nesse contexto, a maquiagem se revela como uma linguagem e não como excesso. Ela devolve protagonismo ao rosto e amplia nossa capacidade de comunicar quem somos, o que sentimos e como queremos ser percebidas.”
Se a imagem é linguagem, a maquiagem torna-se ferramenta de expressão. É nesse ponto que se destaca o trabalho da maquiadora e professora Alessandra Faria.
Com mais de 20 anos de experiência, a profissional construiu sua autoridade ao especializar-se em pele madura. Seu método alia técnica e sensibilidade, respeitando textura, volume e características individuais, sem buscar esconder o tempo, mas valorizar a presença.
Para Alessandra, dois pilares sustentam um resultado elegante: técnica e autoconhecimento. A técnica garante proporção, harmonia e acabamento; o autoconhecimento orienta escolhas — cores, intensidade e aplicação. Na pele madura, essa combinação torna-se ainda mais determinante.
A maquiagem não deve competir com a textura da pele, mas dialogar com ela. E esse diálogo começa antes da cor, no cuidado e na preparação.
Mais do que produzir, Alessandra ensina. Seu trabalho orienta mulheres a compreenderem o próprio rosto e a utilizarem a maquiagem como instrumento de comunicação e autoestima — não como imposição estética, mas como escolha consciente.
Seja feliz e até breve!
Luciana Mamede
@lulu_mamede






































